Organização e Higiene do Japonês

organização e higiene dos japoneses

A cultura japonesa é uma das mais fascinantes do nosso planeta.

O Japonês busca a perfeição em tudo o que faz, mesmo que seja uma simples tarefa, ele se dedica a aprender e fazer da melhor maneira possível não importando o tempo que isso possa demorar.

Existem alguns costumes e hábitos no Japão que deveriam ser seguidos por todo o mundo. Fato é que ela está entre as nações com maior saúde e longevidade da terra.

A organização e a Limpeza estão presentes no dia a dia do japonês onde ele estiver, seja em casa, no trabalho, na escola ou até mesmo nas ruas.

Um exemplo é que em praticamente todas as casas é comum encontrar um espaço reservado para colocar os sapatos ao entrar. Este costume, além de evitar a contaminação trazida das ruas ajuda a manter o local limpo.

Outro costume notório é que eles iniciam suas refeições com a palavra “Itadakimasu”, que seria uma maneira de agradecer a todos que estiveram envolvidos na produção daquela comida. E no fim eles agradecem com um “Gochisōsama deshita”.

Outro ponto positivo é que eles não jogam lixo nas ruas. Caso não tenha uma lixeira próxima, eles carregam consigo o lixo até encontrar um lugar apropriado para descartar. Uma curiosidade: lá não existem Garis.

É normal os alunos ajudarem na limpeza da escola, assim como os empregados são s responsáveis pela limpeza das empresas de forma geral. Imagina isso aqui?

Fazer atividades ao ar livre é um fato cotidiano no Japão. Por lá você costuma encontrar várias pessoas fazendo atividades pelos parques da cidade bem cedo.

Lá eles levam a sério a coleta de lixo devidamente separado. Eles tem um compromisso rigoroso na separação de material ao jogar o lixo fora.

Outra coisa curiosa é que eles usam bicicleta para tudo… tudo mesmo: ir na padaria, ir para a escola, ao trabalho… Não importa onde, lá estão junto com suas bikes.

O que Significa Ser um Otaku

Cosplay Otakus

No Japão, o termo “otaku” foi criado com o objetivo de se referir a uma pessoa que é viciada em alguma coisa. Com o tempo, esse significado se tornou mais específico e hoje ele se refere basicamente a pessoas viciadas em mangás, séries, animes, jogos eletrônicos, etc.

Depois de muito tempo após o termo “otaku” ter surgido, muitos autores de mangás começaram a usar a palavra para se referir a assassinos e criminosos em geral. A expressão acabou se tornando pejorativa e a gíria parou de ser usada pelos japoneses no cotidiano.

Passado alguns anos, um otaku poderia ser alguém viciado em algo, não importa o que fosse. Por exemplo: um cara viciado em futebol. Ele coleciona camisas do time, vai a todos os jogos e leva futebol muito a sério, dificilmente suportando certas brincadeiras no tema. Ele é um otaku.

No japão há muitos otakus viciados em jogos e animes. Eles investem dinheiro sem dó em miniaturas e produtos do tipo, fazem cosplay, participam de eventos e vivem a vida satisfatoriamente enquanto realizam essas atividades.

O lado desagradável do otaku

A mídia mundial tem rotulado os otakus como os responsáveis pela queda da taxa de natalidade japonesa. Segundo a imprensa, ser otaku te torna tímido e uma pessoa sem vida social ativa, o que contribuiria para muitos relacionamentos sem compromisso ou até mesmo a inexistência de relação entre os jovens casais.

Já quem defende a tradição popular japonesa, relata que o motivo pela baixa taxa de natalidade são os japoneses de maneira geral, já que são pessoas tímidas e pouco sociáveis naturalmente, devido a cultura do país.

Outros relatos negativos contra os otakus é o fato do Japão ser pioneiro em conteúdo adulto (e explícito) nos jogos, animações e mangás. Como se não bastasse o sexo convencional, muitas animações são baseadas em contextos estranhos, envolvendo tentáculos e seres não humanos nas cenas. Mais conhecido como Hentai

Os japoneses não tem culpa

A galera culpa muito as animações e games japoneses pelos problemas já citados. Porém, entre os próprios japoneses, é perfeitamente normal o consumo de animes e outros produtos relacionados.

Essa cisma da mídia é desnecessária e sem fundamento. Afinal, ser otaku significa ter um vício e paixão muito forte por algo, seja lá o que for. E digo mais: se as pessoas são tão viciadas em animes, mangás e jogos eletrônicos, é porque eles são produtos de qualidade e que merecem a atenção de um grande público.

Praticamente todo mundo tem seus vícios.

Otakus no lado ocidental

Embora no Japão até mesmo os que não são fãs estão acostumados com toda essa cultura, aqui no Ocidente muitas pessoas se assustam e criticam os otakus, verdadeiros amantes de animações e cosplay. É muito comum ver um cosplayer ser insultado como idiota ou “sem noção”, pois muitos ainda não entendem a verdadeira emoção e gosto por esse tipo de arte. Não veem sentido algum nisso.

No ocidente, ser otaku se resume a gostar de animes, mangás e cosplay. Tornar isso comum aos olhos de quem não é fã será bem difícil, embora não deveria ser. Afinal, as pessoas aqui são bem viciadas em novelas. Quem não assiste e se depara com uma logo vê que são cenas artificiais demais. Mas gosto é gosto. Tudo tem seu defeito, não importa do que você é fã. Os ocidentais costumam julgar os animes como conteúdo pejorativo, estranho ou sem sentido. É fato que é animes que são baseados em magia, superpoderes e muito sexo. Mas assim como novelas, filmes e seriados, há diversos gêneros de animações japonesas. É importante lembrar que os animes e jogos japoneses são influenciados pela cultura oriental, por isso pode parecer estranho para o ocidente. Mas isso não dá o direito de ser preconceituoso. Com certeza nossa cultura parece bem estranho para outros povos também.

Não podemos julgar um otaku por assistir animações japonesas, jogar, fazer cosplay e comprar produtos relacionados a isso tudo. Essas pessoas não são vagabundas. Elas apenas investem algum tempo nisso que elas acham justo. Todos nós temos nosso momento de lazer. Quem não trabalha, não estuda e não tem vida social para se dedicar somente a isso não são otakus, são NEET.

Muitos otakus realmente perdem o controle às vezes, mas isso não ocorre somente com eles. Com certeza você já passou dos limites em algo que você é fã, não?

6 Jogos Japoneses que Marcaram Época

Os japoneses são pessoas muitos criativas e até mesmo “malucas”, não é mesmo? Basta reparar nos inúmeros mangás e personagens já produzidos por essa galera de olhos puxados. Eles fogem do clichê e têm a capacidade de pensar fora da caixa, além do que é real. Com os jogos eletrônicos não poderia ser diferente.

Embora os videogames tenham sido criados nos Estados Unidos, o Japão abocanhou boa parte desse mercado. Alguns consoles e muitos jogos japoneses se tornaram muito populares entre os gamers do mundo todo. Se os games são o que são hoje, muito se deve aos orientais.

Confira agora os 6 jogos japoneses que marcaram época entre os jogadores:

1. Bomberman

Jogo bomberman

Se você nunca jogou, com certeza já deve ter ouvido falar. Hoje essa série de games possui mais de 60 jogos. Foi criada pela produtora Hudson Soft, em 1983.

Embora seja um jogo de estratégia, ele é bem animado e possui uma boa ação. De acordo com o nome do jogo, seu objetivo é se utilizar de bombas para destruir os diversos objetos e monstros presentes em seu caminho. O modo multiplayer é bem divertido, já que você pode autodestruir divertidamente com um amigo.

2. Pokémon

Jogo pokemon

Uma série surpreendente, tanto em animes quanto em jogos! A animação está sendo produzida até hoje! Incrível, não? Levando em consideração que começou a ser exibida por volta de 1997. 20 anos de anime, que alegria.

Nos games, começou a se popularizar muito com o console portátil Game Boy Color. Era um RPG formidável e desafiante, pois o contexto era uma caminhada na busca por diversos Pokémons e o objetivo de se tornar um grande mestre, enquanto busca a evolução nas batalhas conforme passava pelos diferentes cenários.

Colecionar, fortalecer e evoluir seus Pokémons não tem preço.

3. Legend of Zelda

Legend of Zelda

Esse jogo é considerado um dos melhores de toda a história. Está presente em várias gerações de consoles, sendo um verdadeiro clássico. Seu protagonista é um garoto, conhecido por Link. Seu criador é o mesmo do Mario, Shigeru Miyamoto.

Nessa época, um console que marcou maior sucesso foi o primeiro PlayStation, criado pela Sony. A Nintendo, com seu Nintendo 64, não tinha como competir. Mas um dos principais motivos que levaram alguns gamers adquirir o 64 foi Zelda. O pequeno garoto foi o responsável por destacar a Nintendo nessa geração.

O game é baseado totalmente em resolução de quebra-cabeças. Vale muito à pena!

4. Silent Hill

Silent Hill

Uma série mais que completa. Além dos games, há também filmes e livros. É baseada em um horror japonês bem desenvolvido, em que o medo vem à tona. Seu sucesso foi atingido assim que lançado.

A franquia começou em 1999, com o seu primeiro jogo para PlayStation 1. Embora Resident Evil foi um concorrente com mais fãs e vendas, Silent Hill superou muito as expectativas, não só em relação ao terror passado, mas também à qualidade da trama, com um excelente enredo.

Olha que no final dos anos 90 não era fácil passar tanta interação assim com a tecnologia da época. Mesmo assim, a série te trazia para dentro da TV. Experiência mais que maneira!

5. Ninja Gaiden

Ninja Gaiden

Esse é um jogo um tanto quanto polêmico. Alguns o amam, outros o odeiam. É mais ou menos como acontecia com a novela Rebelde, que passava no SBT.

Os ninjas têm fama de serem silenciosos, mas as últimas versões de Ninja Gaiden trazem personagens sanguinários e que são semelhantes aos ninjas mais na aparência mesmo.

Até mesmo o primeiro jogo lançado, há anos, trazia um nível de dificuldade relativamente grande. Um hit era capaz de acabar com o combate. Portanto, esse é um jogo para você que gosta de desafios. Recomendo os mais atuais para Xbox 360, que contam com gráficos bonitos e bem realistas!

6. Mario

Super Mario World

Esse não tem quem não conheça. Embora seja um jogo japonês, o protagonista é um italiano
com imenso bigode.

O jogo mais clássico da franquia é o Mario World, do grande console Super Nintendo. Era um jogo com contexto leve e com pequenos combates durante as fases. O grande objetivo era salvar a princesa.

Também tem Mario Kart, um jogo da série baseado em corrida e muitos outros. Difícil alguém não curtir.

E aí, gostou da nossa lista? Sem dúvida os japoneses nos surpreenderam muito com a criação de diversos games. Com certeza eles ainda têm muito o que mostrar!

A História do Hentai (+18)

História do Hentai

Na língua Japonesa, Hentai traduz-se “Atitude Estranha”. Ela também é usada abreviando o termo Hentai Seiyoku, que pode ser traduzida como “Perversão Sexual”. Mais popularmente conhecido no Japão e boa parte do mundo, esta expressão conota mangás e animes do tipo sexual HardCore.

Estranhamente hoje em dia este termo é entendido de duas formas diferentes entre os Japoneses e os Norte Americanos.

No Japão, Hentai é usado para expressar um conteúdo sexual extremamente bizarro, fora do comum. Já na América, ele é usado para qualquer tipo de anime ou mangá sexual, indiferente se brando ou bizarro.

Como você pode notar, o termo “americanizado” é o mais comum, dando alusão a qualquer modelo de desenhos pornográficos, o que está parcialmente errado.

O correto, seguindo sua origem, é o modo como o japonês de usar esse termo, pois ele não é generalizado e sim faz referência a um material sexual bem mais agressivo e bizarro. Vale lembrar que, assim como na maioria do mundo, este material é proibido para -18, ou seja, menores de idade não podem ter acesso a este tipo de conteúdo, pois apresenta muita pornografia pesada, como abusos, algumas vezes estupros, acompanhantes e etc.

Grande parte dos hentais tem algo em comum. Apesar das formas e desenho terem pequenas variações, em 99% dos casos os pelos pubianos não são desenhados, fazendo assim com que os personagens tenham uma aparência mais jovem. Outro ponto curioso é que é normal fazer alusão a fetiches comuns entre os japoneses, como o bukkake e o nekomimi.

História:

Estudiosos acreditam que o hentai tenha sido inspirado na arte erótica que já existia desde o Período Edo, entre 1600 e 1867. Nesse tempo, era normal ter desenhos tradicionais que tendiam sobre sexualidade. Tais gravuras eram conhecidas como shunga, é uma espécia de kama-sutra para os recém casados para poder orientá-los sobre o sexo.  Era comum casais que acabaram de casar receber de presente alguns exemplares para levar a lua-de-mel.

Devido a grande censura sofrida no Japão na época da Restauração Meiji por nudez em público, o sunga foi praticamente extinta, resistindo apenas em sua versão mais escondida, onde não podia-se desenhar pênis ou pelos pubianos.

Toshio Maeda, em 1986 começou a criar ilustrações sobre relações sexuais usando tentáculos, o que até hoje é bem característico dentro desse universo. Só em 1991 que a proibição de pelos acabou.

Até a Nintendo entrou na onda criando, em 1983, jogos eroges para computador no Japão. Eram jogos eróticos, mas não tinha a figura de uma mulher em si, devido as limitações gráficas da tecnologia da época.

Gêneros

Existem vários subgêneros dentro do universo dos hentais. Dentre eles:

Bara – Hetai para homens gays

Futanari – Hentai com mulheres com órgão sexual masculino, seja ele natural (hermafroditas) ou colocado de algum outro jeito, seja através da medicina, tecnológico ou até mesmo de maneira sobrenatual.

Kemono – Também conhecido como Yiff, é o Hentai com animais.

Toddlercon (Meninos e meninas – bebês ou crianças muito pequenas)

Loli-con (Meninas – crianças ou adolescentes)

Dentre vários outros.